domingo, 25 de março de 2018

Evolução das Tecnologias na Educação


     No primeiro encontro presencial de ETCIS, podemos refletir sobre inúmeras tecnologias que estão presentes nas escolas e como elas evoluíram com o passar dos anos. Muitas não foram projetadas pensando na escolas, mas apresentam-se como recursos educacionais.
       Observando o vídeo acima, podemos visualizar está evolução até os dias atuais e como as tecnologias tem facilidade a busca por informações através do uso de diferentes recursos e com a internet.
        Quando entrei na escola, em 1987, na Pré-escola, até o final do Ensino Médio em 1999, as informações eram encontradas através dos professores e pesquisas realizadas em livros, revistas e jornais. Neste período observei a evolução das folhas copiadas que eram feitas usando mimeógrafos e passaram a ser feitas por xerox, sem abandonar a primeira por causa do custo, os aparelhos de som que antes usavam fitas cassete, evoluíram para Cds. Já atualmente no curso de graduação as facilidades são muitas, para escutar uma música posso utilizar a internet ou transferir arquivos para pen drives, em casa podemos ter uma impressora que irá copiar qualquer arquivo da internet ou mesmo fazer xerox. Os trabalhos podem ser feitos totalmente no computador e enviados para os professores, sem uso de folhas.
     Como professores, temos que refletir sobre os avanços tecnológicos e como podemos utiliza-los como recursos de construção da aprendizagem, levando em conto que a grande maioria das escolas não estão acompanhando esta evolução, muitas vezes por falta de recursos e investimentos.

domingo, 18 de março de 2018

Linguagem e Educação



Renan - 7 meses

Renan - 1 ano e 5 meses

     Esta semana na interdisciplina Linguagem e Educação refletimos sobre a aquisição da linguagem. Numa proposta te tentar "relembrar" como foi o nosso processo ou o que nos contaram sobre esta fase, não tive nenhuma lembrança, mas pude pensar como foi com meu filho Renan. Sempre conversamos muito com ele, desde que estava grávida, logo nos primeiros meses de vida ele já balbuciava e tentava se comunicar, acredito que por imitação, como foi discutido em aula, podemos observar no primeiro vídeo acima com 7 meses. No seu primeiro ano já conseguia dizer palavras relacionando com a imagem/ objeto, com vimos no segundo vídeo, olhando o livro.
       No texto: Aquisição da Linguagem de Samanta Demétrio da Silva- 2010, encontramos algumas teorias de como ocorre este processo, destacando: o Behaviorismo( estimulo- resposta- esforço), o Inatismo (dotação genética), o interacionismo ( processo pessoal e relacional).


   “A linguagem transmite ao indivíduo um sistema todo preparado de noções, de classificações, de relações, enfim, um potencial inesgotável de conceitos que se reconstroem em cada indivíduo, apoiados no modelo multissecular já elaborado pelas gerações anteriores” (Piaget, 1967:170 ).
     A linguagem está diretamente relacionada aos nossos pensamentos e sendo assim ao nosso conhecimento e aprendizagem. 

domingo, 11 de março de 2018

Início Eixo VII

     
Escolas democráticas

     E assim inicia o Eixo VII do PEAD: refletindo sobre nossas escolas, até que ponto estão conseguindo ser a tão sonhada e idealizada escola democrática, progressista, onde o protagonista do processo de ensino aprendizagem é o aluno, levando em conta a realidade social em que o educando está inserido.
      No vídeo visualizamos uma escola tradicional, a qual podemos afirmar nos remete a realidade de grande para das nossas escolas nos dias atuais, uma educação fragmentada, organizada em função do espaço-tempo, com professores autoritários e que acreditam que os alunos são uma tábula rasa, sendo assim o professor ensina e o aluno aprende. 
      Como dizia Paulo Freire devemos oportunizar momentos de construção do conhecimento para nossos alunos. Cabe ao professor criar um ambiente instigador  reflexivo, onde o aluno sinta prazer em aprender. Em parceria com a escola devemos pensar que tipo de escola queremos, mudar com certeza dá trabalho, mas é necessário e vale a pena!

domingo, 10 de dezembro de 2017

Eixo VI

    Este semestre foi de grandes reflexões no Pead, sobre o cotidiano na ambiente escolar. A importância de repensar a escola, como um local acessível para todos, onde não haja discriminação, onde os espaços sejam criados para que o aluno possa explorar e buscar o conhecimento. O professor deve atuar junto com o aluno no processo de aprendizagem, incentivando aprendizagens significativas, oportunizando momentos de construção de conceitos. Todos os alunos devem ter as mesmas oportunidades independente de suas limitações, uma escola deve ser inclusiva. O dialogo é algo fundamental para compreendermos o pensamento e interagir, buscar alternativas para atender as necessidades e curiosidades dos alunos. Buscar compreender a cultura a qual a comunidade faz parte, além das nossas raízes e uma forma de construir e fortalecer a identidade do educando, além de incentivar o respeito a diversidade cultural e racial.
     Com certeza o Pead tem sido um espaço de grandes reflexões e tem contribuído para um novo olhar a diferentes situações do cotidiano escolar.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Filme Como Estrelas na Terra- Toda Criança é Especial

      O filme retrata a história de Ishaan, um menino de 9 anos, em processo de escolarização. Ele sofre com dislexia e estuda numa escola normal, não tendo avanços em seu processo de alfabetização e com a possibilidade de repetir o terceiro ano novamente, os pais optam por transferi-lo para um internato, onde o professor Ram, substituto de Artes identifica a deficiência do menino e se dispõe a ajuda-lo. 
     O professor observou e soube entender as dificuldades do menino, procurou uma metodologia inovadora, através de diversificados recursos o conhecimento foi sendo construído. Diferentes dos outros professores que mostram claramente o modelo epistemológico empirismo, com classes enfileiradas, aula expositiva, professor autoritário e detentor do saber. 
       Acredito que o professor deve ser observador, estar atento para poder detectar não só as dificuldades, mas também as habilidades, como mostra no filme, o menino possui altas habilidades em pintura. O professor teve o olhar sensível de enxergar o aluno como um todo, não apenas a dislexia.

domingo, 26 de novembro de 2017

Aplicando o Método Clínico


     O Método Clínico de Piaget consiste na investigação do nível de pensamento. Através dele é possível avaliar as hipóteses e o conhecimento cognitivo. É importante dialogar para chegar às respostas. Segundo PIAGET:

[...] consiste sempre em conversar livremente com o sujeito, em vez de limitá-lo às questões fixas e padronizadas. Ele conserva assim, todas as vantagens de uma conversação adaptada a cada criança e destinada a permitir-lhe o máximo possível de tomada de consciência e de formulação de suas próprias atitudes mentais (p. 176).

     Alguns aspectos quanto à aplicação do método me chamaram bastante atenção:
·         Levar em conta o nível de conhecimento prévio ao elaborar as questões, ou seja, se forem trabalhar as questões de quantidade com a educação infantil não posso usar muitos objetos;
·         Ter cuidado na elaboração das perguntas para não induzir as respostas;
·         Procurar um ambiente tranquilo, para que haja concentração ao que está sendo proposto.
·         Ter uma relação espontânea.
       Aplicando o mesmo método com crianças de determinada faixa etária é possível ter respostas diferentes. É imprescindível que o investigador tenha em mente qual objetivo para aplicação do método. 

domingo, 12 de novembro de 2017

Visita ao Quilombo Chácara das Rosas


     No dia 10/11 realizamos uma visita ao antigo Quilombo Chácara das Rosas, atualmente Comunidade Chácara das Rosas, onde vivem diversas famílias descendentes de Quilombolas. Fizemos uma entrevista com Ângela Maria de Jesus, como pode ser vista no vídeo acima, ela falou com muito orgulho das tradições e mostrou que é passado aos descendentes,não apenas a tristeza vivida na época da escravidão, mas a luta e que não devem ter vergonha e sim orgulho de seus antepassados. Hoje estão vivendo outra parte da história, mas mantem viva as raízes , a luta por seus direitos e a esperança por dias melhores.
      O que me chamou muita atenção foi a discriminação que as crianças sofriam na escola por serem quilombolas, já na educação infantil, isso não acontecia. Com certeza as crianças pequenas são puras e dificilmente percebemos algum tipo de discriminação.

Estudos apontam que as crianças adquirem consciência das diferenças raciais, em média, dos três aos cinco anos, e, com o tempo, passam a atribuir julgamentos aos diferentes grupos, com base na observação do meio em que vivem.
(Matéria retirada do jornal Folha de São Paulo, de 25/11/07)

Grupo: Janaína, Ângela Marques e Adriane
Ângela Maria de Jesus- entrevistada
Tia Carminha- Matriarca