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domingo, 9 de julho de 2017

Trabalhos em grupo

     Neste semestre, no PEAD, um grande desafio foi trabalhar em grupos. Considero esta proposta importantíssima para a troca de experiências e pontos de vista, é um momento de expor as idéias, argumentar,  defender nosso posicionamento e até revê-los. Com certeza os períodos que nos encontramos pessoalmente facilitaram as trocas, mas precisamos encontrar estratégias para discutimos a distância, utilizando o telefone, watsap e email, onde conseguimos trocar algumas informações para realizar as tarefas propostas. Como trabalho com uma colega, este fato foi grande facilitador, sempre que possível estávamos trocando idéias, já com a outra colega os encontros eram mais virtuais. No trabalho de Projeto em Ação, apesar de termos turmas com idades diferentes, ambas trabalhamos com educação infantil e conseguimos trocar muitas idéias. Em Psicologia da Vida Adulta, pesquisamos sobre os idosos, apesar de cada uma ter feito leituras diferentes, conseguimos trocar informações. Nos trabalhos em dupla do seminário integrador foi bem tranquilo, pois fiz com minha colega de escola, nos horários de planejamento conseguimos conversar e debater.



“Para que o trabalho em equipe funcione, cada membro precisa usar a seguinte fórmula: um punhado de bom senso, duas xícaras de coleguismo, uma jarra cheia dos objetivos do grupo, e uma pitada de sincronismo.”




      Acredito que a amizade também foi um ponto positivo e fez com que o grupo se unisse, uma ajudando e dando sugestões para a outra. Pudemos nos posicionar sem se preocupar com a crítica, sabendo que esta seria positiva para nosso processo de aprendizagem. Apesar da dificuldade pela distância estou muito satisfeita com as conquistas em conhecimento e companheirismo.





domingo, 4 de junho de 2017

Psicologia da Vida Adulta

     Esta semana teve apresentação de trabalho dos grupos de Psicologia da Vida Adulta, foi uma noite de grandes aprendizagens e reflexões. Cada grupo escolheu um tema de seu interesse sobre esta fase da vida, entre os assuntos encontramos ansiedade, estresse, frustrações, novas estruturas familiares, depressão, mudanças emocionais/idoso, entre outros.
    Chamou a atenção o grande número de pessoas de desenvolve complicações decorrentes do estresse e da ansiedade, que se não forem tratadas podem causar efeitos negativos para a nossa saúde. Como é importante, na sociedade atual, cercada pelo excesso de informar, dedicarmos um tempo para cuidar da nossa saúde, fazer algo que gostamos e praticar esportes. 
    Gostei bastante da apresentação do grupo sobre as novas estruturas familiares, que nos traz um tema de bastante relevância para nosso trabalho enquanto professores, pois nos deparamos com diferentes tipos de família em nossa sala de aula e devemos procurar trabalhar as diferenças.
     A Síndrome de Peter Pan e um problema muito atual entre a população masculina, que com a conquista do espaço feminino no mercado de trabalho, os filhos ganham a função de estudar para então ser inserido no mercado de trabalho e outro agravante é o uso das tecnologias e principalmente dos jogos digitais.
     Meu grupo apresentou sobre as mudanças emocionais dos idosos e nos trouxe uma reflexão sobre a importância de fazer um planejamento para após a aposentadoria, praticar atividades e ter uma boa qualidade de vida. 
     Augusto Cury, nos fala sobre a ansiedade , que realmente é o mal do século, trazido pelo cotidiano corrido e pelo excesso de informações e nos mostra caminhos para evitar que este mal prejudique nossa saúde:  

     Todos os temas trazem reflexões importantes para nossa vida, e como devemos cuidar bem de nós e das pessoas a nossa volta

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Questões emocionais na velhice

     Dando continuidade a pesquisa sobre as mudanças emocionais nos idosos um questionamento surge: " Quais os principais desafios das pessoas nesta faixa etária para se adequar as transformações tanto físicas quanto sociais?". Segundo  o psiquiatra Prof. Dr. Pedro Eugênio Ferreira, do Departamento de Psiquiatria do Hospital São Lucas da PUCRS "Algum encanto pela vida é fundamental e isso previne a depressão. Cada pessoa precisa descobrir o que gosta para ter satisfação pessoal e isso inclui atividades sociais como ajudar o próximo", é necessário se programar para a velhice, procurando ter uma boa qualidade de vida, buscando novas atividades para sentir-se útil e conviver em sociedade. A ajuda da família é fundamental, incentivando e fazendo com que se sintam amados. O psiquiatra relata ainda que o idoso precisa de uma vida ativa "Fazer o que se gosta, estar em movimento, tudo isso mantém as pessoas vivas".


sexta-feira, 14 de abril de 2017

Idosos

     Hoje comecei a pesquisa da interdisciplina Psicologia da vida adulta, meu grupo escolheu o tema idoso para estudar e apresentar, como é um assunto muito amplo direcionamos para mudanças emocionais na fase idosa. Mas quem é idoso? as pessoas com mais de 60 ou 65 anos são consideradas idosas. Com o passar dos anos e a chegada da velhice muitas mudanças físicas e emocionais acontecem e que podem de alguma forma afetar a vida das pessoas, seja por motivo de doenças, limitações, diminuição dos reflexos e até um sentimento de abandono ou de não se sentir útil. Os sinais de envelhecimento do corpo também podem causar frustrações. Infelizmente na sociedade atual, com a correria do dia a dia muitas famílias acabam optando por clínicas geriátricas, muitas vezes acreditando que lá estarão melhor assistidos, mas após ter visitado várias instituições, no município de Alvorada e Porto Alegre,pude constatar que muitos idosos se sentem abandonados e ficam na expectativa de receber visitas, que muitas vezes não acontecem. Durante as conversas percebi o quanto podemos aprender com essas pessoas, que possuem uma riquíssima experiencia de vida. Devemos dar maior valor as pessoas idosas e respeita-las.