Novamente o nervosismo toma conta deste momento, mas com um pouco mais de segurança, por já ter passado por uma apresentação do Workshop. Pude conversar com algumas colegas que estavam observando pra preparar sua apresentação, dei algumas dicas. Mas ao final, avaliando minha atuação sinto que ainda preciso melhorar, controlar o nervosismo e tentar me expressar com tranquilidade e clareza. Estava bastante preocupada com o tempo, pois no primeiro Workshop não consegui falar tudo que tinha planejado, desta vez falei muito rápido e no final para complementar acabei usando alguns exemplos de sala de aula. Sinto que poderia ter falado um pouco mais sobre a influência do Pead na minha vida e na minha atuação pedagógica. Com certeza no eixo 3 tentarei melhorar meu relato.
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domingo, 13 de março de 2016
domingo, 6 de dezembro de 2015
Workshop Eixo 2
Começaram os preparativos para o Workshop Eixo II, rever as aprendizagens do semestre e poder compartilhar com os colegas. Neste semestre achei interessante o forma como os professores conseguiram trabalhar a interdisciplinariedade, em muitas leitura consegui fazer um link com o que estava sendo trabalhado na outra interdiciplina, sempre focando na infância, na criança, em muitos momentos consegui refletir sobre minha prática doscente e sobre meus alunos, entender quando estão com algum problema ou dificuldade, procurando escutá-los e tentando ajudar. Conclui o texto final e enviei para análise, este semestre foi de grandes aprendizagens e reflexões, foi dificil em alguns momentos, devido a grande quantidade de atividades, principalmente na disciplina infâncias de 0 a 10 anos, mas com a organização do tempo e muita disciplina consegui realizar as tarefas no prazo e estou muita satisfeita com esta conquista.
domingo, 8 de novembro de 2015
Literatura étnico-raciais
Esta semana com a leitura do artigo: " A diferença étnico-racial em livro brasileiros: análise de três tendências contemporâneas", escrito por Edgar R. Kirchof, Iara T. Bonin e Rosa M. H. Silveira, podemos observar um crescente número de livros infantis no Brasil, voltados para temas étnicos-raciais, principalmente após o decreto da lei 10.639 de 2003, que inclui no currículo das escolas a obrigatoriedade do ensino da história e cultura africana. Segundo os autores, analisando os livros infantis encontramos três tendências, a primeira voltado para o tema do racismo, a segunda utiliza personagens negros, valoriza sua cultura e na terceira encontramos diferentes temas sobra a diversidade cultural e as diferenças. Cabe ao professor analisar as histórias e seu conteúdo para escolher aquelas que se adaptam a seus objetivos propostos para a turma. Neste mês a proposta da secretaria de educação seria trabalhar a semana da consciência negra, introduzi no meu planejamento temas voltados a diversidade e a cultura afro, como meu projeto é de literatura infantil optei por trazer algumas histórias:
Optei também por histórias em quadrinhos que abordam o tema das diferenças:
Achei bem interessante o curta metragem de animação, que é a adaptação da história de Ana Maria Machado: "A menina bonita do laço de fita", vou mostrar aos meus alunos durante a abordagem do tema a diversidade.
domingo, 1 de novembro de 2015
Erotização da infância
Esta semana, no encontro presencial da interdisciplina Infâncias de 0 a 10 anos, fiquei chocada com o conteúdo abordado: a erotização da infância, e me dei conta que a mídia e até os próprios pais incentivam isto, em propagandas, músicas, filmes, entre outros que as crianças tem acesso. A professora Fabiana mostrou algumas imagens de uma propaganda de sandálias de plástico que foi realizada no Brasil veiculadas pelas revistas: Caras, Cláudia e Capricho nos meses de novembro e dezembro de 2002. Observamos as imagens podemos observar os corpos de meninas, entrando na puberdade, com rostos de bonecas, em poses sensuais, mostrando uma certa ingenuidade e ao mesmo tempo sedução.
Observando meus alunos, muitas vezes nas horas de brincadeira livre, já ouvi cantarem músicas obscenas e dançarem de maneira sensual, tanto meninos como meninas. Isso eles trazem de casa muitas vezes observando crianças mais velhas e até mesmo os próprios pais e parentes, a própria mídia a que tem acesso seja na televisão ou na internet ensina. Olhei alguns vídeos no you tube de alguns MCs, crianças cantando e dançando funk fiquei horrorizada tanto com as letras das músicas como com a forma de dançar totalmente erotizadas. Discutindo este tema com uma colega, ela relatou que na escola onde trabalha teve um show de talento e as crianças que não apresentaram a música tema do filme Frozen optaram pelo funk, utilizando danças sensuais, as que escolheram a primeira opção são crianças mais ingênuas, sem malicia, como deveriam ser todas as crianças, tudo tem seu tempo.
sábado, 10 de outubro de 2015
Vamos brincar de imaginar
Recebi um email do Porfessor Clezio Gonçalves de corporiedade refleti bastante sobre ele, me emocionei. Os pais estão se referindo aos avós como aqueles que fazem todas as vontades e estragam os netos, mas nunca pararam pra pensar por que isto acontece, como pais com a correria da dia a dia acabam não dando tanta atenção e parando para brincar com seus filhos, quando avós querem "recuperar o tempo perdido", e muitos voltam a ser crianças neste momento participando das brincadeiras. Isso acontece comigo o meu filho tem contato diário com os avós maternos e paternos, ele é a alegria, quando chega os avós param tudo só para dar atenção, mimos e brincar, fico feliz por ter eles por perto. Como é importante tentar passar mais tempo com os filhos, proporcionar momentos para voltar a ser criança e aproveitar esta fase linda que é a infância, pois logo eles irão crescer e ter sua própria vida e família.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Território do Brincar
Hoje na escola assistimos a vídeo do projeto "Território do Brincar", onde foram realizadas pesquisas e diálogos com as escolas parceiras sobre o brincar em diferentes regiões brasileiras. Refleti sobre a importância a conversas com o aluno, conhecer sua cultura, trazer a diversidade cultural para dentro da sala de aula. Pra criança brincar, criar hipóteses e aprender muitas vezes basta apenas uma sacola plástica e um cordão que vira um paraquedas e voa com o vento. Além das brincadeiras dirigidas é importante deixar a criança explorar o que tem a sua volta, criar novas, socializar e resolver os conflitos. O professor deve observar os momentos de brinquedo livres para identificar quais as brincadeiras irão surgir.
Observando as brincadeiras livres da minha turma um grupo de meninos gosta de bolo, jogar futebol já dividindo times eu sou do grêmio e você é do inter. Em certo momento um menino organizou um grupo de crianças sentado em círculo e começou a brincar de ovo podre, em outro momento chamei toda a turma e convidei para participar da brincadeira, o menino se sentiu realizado. Eles gostam de brincar com embalagens recicláveis, juntam pedrinhas e folhas no chão para fazer comidinha.
Para mim toda a infância deveria ser um época de muita brincadeira, fantasia e descobertas, tanto em casa como na escola.
Para mim toda a infância deveria ser um época de muita brincadeira, fantasia e descobertas, tanto em casa como na escola.
domingo, 20 de setembro de 2015
Nativos e Imigrantes digitais
O termo Nativos digitais é usado para pessoas que já nascem inseridas no mundo das tecnologias, já os Imigrantes digitais acompanharam a evolução tecnológica e tiveram que se adequar e aprender a utilizá-la. Os nativos aprendem com muita a facilidade a utilizar novos aplicativos, os imigrantes muitas vezes tem medo, precisam de manual, auxílio para compreender como se apropriar deste novo mundo virtual. Sou uma Imigrante digital, mas sempre gostei bastante e procurei me adequar as TICs, uma dificuldade que encontrei no Pead foi realizar a leitura de textos no computador, continuo imprimindo os textos para marcar, rabiscar e escrever minhas anotações. Nos trabalhos procuro primeiro fazer um rascunho no papel para depois passar para o computador.
domingo, 6 de setembro de 2015
Pequeno Príncipe - Filme
Ontem assistindo o filme Pequeno Príncipe, no cinema, muitas reflexões foram surgindo com base nos questionamentos feitos no primeiro encontro presencial de Infâncias de 0 a 10 anos. O filme mostra uma menina que por causa da rotina e dos desejos de sua mão acerca de seu futuro acaba se tornando uma pequena adulta cheia de tarefas e preocupações, deixando de lado a brincadeira, a imaginação, o fazer amigos e a felicidade, que são vistos pela sociedade com essenciais na concepção de infância.
Quando o aviador fica doente a menina sai em busca do Pequeno Príncipe, que teria virado um adulto como tantos outros que só se preocupavam com o trabalho, cabe a menina tentar fazê-lo lembrar da infância e suas maravilhas. Então o Príncipe volta ao seu planeta, como um menino,
mas chegando lá percebe que sua rosa havia morrido, num primeiro momento a tristeza toma conta, mas o menino diz que ela sempre estará viva em seu coração.
A menina volta a sua rotina, mas antes pede a mãe que a leve ao hospital para ver o aviador e entrega-lhe um presente: O livro do Pequeno Príncipe. A menina contagia a todos com suas histórias, primeiramente sua mãe e em seguida seus colegas de escola.
Acredito que infância deve ser sempre um momento da vida sem preocupações, onde apenas o brincar, criar, explorar, experimentar e ser feliz. E que fase adulta, mesmo com a correria e preocupações do dia a dia tenhamos momentos para sonhar e nos divertir. Pena que a realidade nem sempre é como desejamos, nos deparamos com vários tipos de infâncias, muitas vezes não tão felizes.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Infâncias de 0 a 10 anos
Ontem tivemos encontro presencial da interdisciplina
infâncias de 0 a 10 anos com a professora Fabiana, foi um excelente encontro,
onde conseguimos refletir sobre diferentes tipos de infância. Primeiramente me
veio à imagem da minha infância, muito alegre, sempre na companhia da minha irmã
mais velha, nós brincávamos muito, tínhamos a liberdade de brincar na rua,
andar de bicicleta, jogar bola, interagir com as outras crianças da rua enfim
foi uma infância livre de preocupações e com muitos momentos felizes, meus pais
eram bastante presentes, principalmente meu
pai sempre arrumava um tempinho pra nos ensinar novas brincadeiras como
soltar pipa e jogar bolitas.
Num segundo momento visualizei a infância nos dias atuais, meu filho tem três anos pela manhã vai para escolinha onde tem contato com outras crianças, mas à tarde já em casa acaba brincando sozinho, no pátio, adora olhar desenho e jogar no tablete, já sabe procurar sozinho. Muitas vezes quando instalamos jogos novos ele nem precisa de explicação, muitas vezes aprende até mais rápido que os próprios pais, ele nasceu numa infância completamente diferente da minha, uma infância tecnológica.
Num segundo momento visualizei a infância nos dias atuais, meu filho tem três anos pela manhã vai para escolinha onde tem contato com outras crianças, mas à tarde já em casa acaba brincando sozinho, no pátio, adora olhar desenho e jogar no tablete, já sabe procurar sozinho. Muitas vezes quando instalamos jogos novos ele nem precisa de explicação, muitas vezes aprende até mais rápido que os próprios pais, ele nasceu numa infância completamente diferente da minha, uma infância tecnológica.
Outra reflexão importante que surgiu foi
até que ponto devemos poupar as crianças de lidar com situações tristes como a
morte. Assistimos a propaganda da farmácia Panvel: O filme do Lilinho:
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