O termo Nativos digitais é usado para pessoas que já nascem inseridas no mundo das tecnologias, já os Imigrantes digitais acompanharam a evolução tecnológica e tiveram que se adequar e aprender a utilizá-la. Os nativos aprendem com muita a facilidade a utilizar novos aplicativos, os imigrantes muitas vezes tem medo, precisam de manual, auxílio para compreender como se apropriar deste novo mundo virtual. Sou uma Imigrante digital, mas sempre gostei bastante e procurei me adequar as TICs, uma dificuldade que encontrei no Pead foi realizar a leitura de textos no computador, continuo imprimindo os textos para marcar, rabiscar e escrever minhas anotações. Nos trabalhos procuro primeiro fazer um rascunho no papel para depois passar para o computador.
domingo, 20 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Prática contemporâneas da Psicopedagogia
Hoje participei da palestra "Práticas contemporâneas da Psicopedagogia", foi bem legal pude refletir sobre o processo de aprendizagem, cada pessoa possui seu ritmo e suas preferências, é interessante para o professor levar em conta as curiosidades e a realidade do aluno. Cabe ao professor como atividade preventiva, antes de encaminhar o aluno com alguma dificuldade de aprendizagem, proporcionar atividades diversificadas. As TICs podem se tornar aliadas, um recurso diferenciados pra auxiliar na busca pelo conhecimento, atualmente as crianças já nascem "nativas digitais", a escola deve acompanhar estas mudanças da sociedade, se adequar e utilizar de forma planejada os recursos tecnológicos. Durante a palestra lembrei bastante do meu filho, que com três anos ganhou um tablet, coloquei vários aplicativos a sua disposição em pouco tempo ele estava nomeando as cores em inglês, instalei então jogos de letras e ele em seguida já estava nomeando as letras e palavras que iniciam com cada letra e partindo dai começou a observar as letras em vários lugares, parar para "ler" cartazes, rótulos, entre outros. Foi através de um jogo que ele teve o primeiro acesso ao mundo letrado.
A colega Ana Cristina também participou, conseguimos "debater" um pouco sobre as reflexões.
A colega Ana Cristina também participou, conseguimos "debater" um pouco sobre as reflexões.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Minha Alfabetização
Ontem na aula de Fundamentos da Alfabetização a professora propôs uma atividade para escrever como foi minha alfabetização, automaticamente minha memória foi instigada. Lembrei que cada dia a professora Suzete ensinava uma letra nova, no dia que ela ensinou a letra Z fiquei doente e tive que faltar a aula, no outro dia cheguei na escola e vi o cartaz com o desenho de um bicho que não sabia o nome e aquela letra diferente, fiquei com vergonha de perguntar para a professora e muito triste pois no meu caderno, que era um capricho só, faltou a folhinha de encher linha contendo a nova letra.
Aprendi a ler através de um método bem tradicional, primeiro aprendi as letras, depois as sílabas, palavras simples, dígrafos e por último textos. Lembro que não tive dificuldades e minha letra era muito elogiada pela professora, treinava bastante enchendo linhas, adorava separar as sílabas apesar de levar anos para entender o por quê.
Acredito que alfabetização teria mais sentido se feita de forma diferente, partindo das experiências, apresentando o mundo letrado através de jogos e brincadeiras e de coisas que fazem parte do dia a dia das crianças, como rótulos. Estabelecer significados concretos para a aprendizagem.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Dona Cristina perdeu a memória
Achei o vídeo muito emocionante, através dele podemos perceber como nossa memória é aguçada, muitas vezes apenas observando um objeto, olhando uma foto ou escutando uma música. E ao escutar a história de outras pessoas acabamos nos apropriando de sua memória. Vários objetos que aparecem no curto remeteram minhas memórias, tive um triciclo na minha infância, a cerca lembrou a que tinha na fazenda dos meus avós, o aviãozinho meu filho tem um parecido e meu pai se chama Marco Antônio e possui codinomes Tonho e Nico.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Inconsciente
A primeira aula de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I foi muito interessante, conseguimos entender muitas coisas que fazemos de forma inconsciente no nosso dia a dia. A turma foi dividida em grupos para apresentar um teatro de algo feito inconscientemente, meu grupo optou por apresentar uma situação de sala de aula, onde uma colega sempre esquece o nome de uma aluno quando vai escrever a listagem da turma, é uma menina que incomoda bastante, gostei muito da apresentação do grupo de colegas onde a professora ao chegar perto da menina que tem piolho logo começou a se coçar também, foi legal também a colega que não conseguia aceitar o jeito meio estabanado de uma menina, pois ela tinha um conceito formado onde todas as meninas deveriam ser delicadas, na momento que passou a aceitá-la como ele é, sua relação mudou totalmente.
domingo, 6 de setembro de 2015
Pequeno Príncipe - Filme
Ontem assistindo o filme Pequeno Príncipe, no cinema, muitas reflexões foram surgindo com base nos questionamentos feitos no primeiro encontro presencial de Infâncias de 0 a 10 anos. O filme mostra uma menina que por causa da rotina e dos desejos de sua mão acerca de seu futuro acaba se tornando uma pequena adulta cheia de tarefas e preocupações, deixando de lado a brincadeira, a imaginação, o fazer amigos e a felicidade, que são vistos pela sociedade com essenciais na concepção de infância.
Quando o aviador fica doente a menina sai em busca do Pequeno Príncipe, que teria virado um adulto como tantos outros que só se preocupavam com o trabalho, cabe a menina tentar fazê-lo lembrar da infância e suas maravilhas. Então o Príncipe volta ao seu planeta, como um menino,
mas chegando lá percebe que sua rosa havia morrido, num primeiro momento a tristeza toma conta, mas o menino diz que ela sempre estará viva em seu coração.
A menina volta a sua rotina, mas antes pede a mãe que a leve ao hospital para ver o aviador e entrega-lhe um presente: O livro do Pequeno Príncipe. A menina contagia a todos com suas histórias, primeiramente sua mãe e em seguida seus colegas de escola.
Acredito que infância deve ser sempre um momento da vida sem preocupações, onde apenas o brincar, criar, explorar, experimentar e ser feliz. E que fase adulta, mesmo com a correria e preocupações do dia a dia tenhamos momentos para sonhar e nos divertir. Pena que a realidade nem sempre é como desejamos, nos deparamos com vários tipos de infâncias, muitas vezes não tão felizes.
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